Well done!
I hope you being reading this as a part of the game.
So... as I'm not a cruel girl (not much), you're near the end of the game!
To finish all this thing,
you need only to make "what the master asks"...
Go on! Good Lucky! ^_^
domingo, 20 de julho de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Transição Escuro-Claro
Mots d'une Aimée
Muda!
assim me encontro.
Antes.
A triste palavra
unida
ao amargo sentimento
como uma fonte
jorrava.
Juntos
alegremente
faziam escorrer
por entre os dedos
da poetisa
turvos versos,
negros e desiludos poemas...
Muda!
Continua
a triste palavra
esperando seu companheiro...
O sentimento,
não mais amargo
não mais completa
a tristeza de sua companheira.
Muda!
O que será da poetisa
até encontrar
palavra que complete
tão caprichoso infante?
Muda!
assim me encontro.
Antes.
A triste palavra
unida
ao amargo sentimento
como uma fonte
jorrava.
Juntos
alegremente
faziam escorrer
por entre os dedos
da poetisa
turvos versos,
negros e desiludos poemas...
Muda!
Continua
a triste palavra
esperando seu companheiro...
O sentimento,
não mais amargo
não mais completa
a tristeza de sua companheira.
Muda!
O que será da poetisa
até encontrar
palavra que complete
tão caprichoso infante?
Caprichoso Infante
Sim!
sentimento
mudinha de frondosa árvore,
alegre, esperançoso,
irritadiço, imperioso,
não a deixa descansar.
Quer sair.
inexperiente,
tropeça nos versos
não consegue ritmo
e
luxo dos românticos,
deseja rimas!
A única saída
da atormentada poetisa
é cantar sua mudez
Até o dia
em que
ambos prontos,
ela descansando
à sua sombra,
cante suas loas.
Sim!
sentimento
mudinha de frondosa árvore,
alegre, esperançoso,
irritadiço, imperioso,
não a deixa descansar.
Quer sair.
inexperiente,
tropeça nos versos
não consegue ritmo
e
luxo dos românticos,
deseja rimas!
A única saída
da atormentada poetisa
é cantar sua mudez
Até o dia
em que
ambos prontos,
ela descansando
à sua sombra,
cante suas loas.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Hoje.
Boca fechada.
Olhos abertos
As gotas
água(!) desta vez
molham, encharcam tudo
a mim
a ti
as coisas todas.
O sangue
meu(?)
mistura-se
lava-se
de escuro,
doloroso encarnado,
que era
clareou,
mais nada é.
O punhal (?) cai,
não há nada
que o sustente.
Agora
sangue é água
água é chuva
chove dentro
e fora de mim.
Lábios abertos
(entre chuva!)
Olhos fechados,
(que diferença faz?)
e o sorrateiro sorriso
escapa.
Olhos abertos
As gotas
água(!) desta vez
molham, encharcam tudo
a mim
a ti
as coisas todas.
O sangue
meu(?)
mistura-se
lava-se
de escuro,
doloroso encarnado,
que era
clareou,
mais nada é.
O punhal (?) cai,
não há nada
que o sustente.
Agora
sangue é água
água é chuva
chove dentro
e fora de mim.
Lábios abertos
(entre chuva!)
Olhos fechados,
(que diferença faz?)
e o sorrateiro sorriso
escapa.
Dia Normal
Dentes à mostra,
lábios semi-abertos
sorriso espontâneo(?).
A vaga
me arrasta.
de onde veio?
Onde está?
tudo gira...
a dor,
ela nunca se vai!
vem do punhal.
punhal?
aquele!
o quase esquecido...
meu(?) sangue
filete gotejante,
forma o mar,
revolta-se
afoga-me.
Dentes à mostra,
lábios semi-abertos
sorriso espontâneo(?).
lábios semi-abertos
sorriso espontâneo(?).
A vaga
me arrasta.
de onde veio?
Onde está?
tudo gira...
a dor,
ela nunca se vai!
vem do punhal.
punhal?
aquele!
o quase esquecido...
meu(?) sangue
filete gotejante,
forma o mar,
revolta-se
afoga-me.
Dentes à mostra,
lábios semi-abertos
sorriso espontâneo(?).
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Não amamos a liberdade; amamos falar dela
Odes.
Guerras.
Lutas.
Brigas.
Discordância.
Tudo isso em nome de uma utopia que desprezamos a cada passo que damos. Quando li a frase, me dei conta. Quão ignóbeis, falsos, cegos, mil vezes cegos!
Nunca seremos livres. Simplesmente porque nunca vamos o desejar realmente.
Sim, a superpopulação aviva nosso desejo de solidão, dominação sobre o outro, etc. No entanto, como seres vivos, somos amaldiçoados com a doença da necessidade do outro. E nossa maldição é o que nos salva. Através deles podemos construir novos mundos, atingir novas alturas.
Por outro lado, a liberdade traz em seu bojo, um travo de crueldade que aquele que realmente a amar deve estar pronto para abraçar. Você não poderá precisar de ninguém e nem poderá ser útil a ninguém. A mais plena liberdade é aquela em que não apenas você é livre, mas é o sujeito da libertação do próximo. Apesar de soar como discurso de cultos religiosos dominicais, é preciso perceber a crueldade de dadivar aqueles que não o querem/não estão prontos para isso.
Qual um animal de estimação quando o abandonamos, percebe-se uma revolta gritada no desapontamento dos olhos. Se você possuir ao menos um mL de sangue na veia, vai sofrer, vai se arrepender e pode voltar atrás. Mas se seu amor pela liberdade for maior, manterá a posição.
Segue-se uma tentativa de recuperar seus préstimos. Vencida a primeira fase, você é uma lâmina fria que fere sem piedade e internamente até faz troça da atenção que lhe é dispensada.
A liberdade toma conta de tudo, faz o egoísmo subir à cabeça, a necessidade do próprio eu é tanta que quanto mais você a sacia mais ela é voraz...
É sedutoramente linda. Mas é preciso saber lidar com esta dádiva para que não se destrua todo o resto.
Guerras.
Lutas.
Brigas.
Discordância.
Tudo isso em nome de uma utopia que desprezamos a cada passo que damos. Quando li a frase, me dei conta. Quão ignóbeis, falsos, cegos, mil vezes cegos!
Nunca seremos livres. Simplesmente porque nunca vamos o desejar realmente.
Sim, a superpopulação aviva nosso desejo de solidão, dominação sobre o outro, etc. No entanto, como seres vivos, somos amaldiçoados com a doença da necessidade do outro. E nossa maldição é o que nos salva. Através deles podemos construir novos mundos, atingir novas alturas.
Por outro lado, a liberdade traz em seu bojo, um travo de crueldade que aquele que realmente a amar deve estar pronto para abraçar. Você não poderá precisar de ninguém e nem poderá ser útil a ninguém. A mais plena liberdade é aquela em que não apenas você é livre, mas é o sujeito da libertação do próximo. Apesar de soar como discurso de cultos religiosos dominicais, é preciso perceber a crueldade de dadivar aqueles que não o querem/não estão prontos para isso.
Qual um animal de estimação quando o abandonamos, percebe-se uma revolta gritada no desapontamento dos olhos. Se você possuir ao menos um mL de sangue na veia, vai sofrer, vai se arrepender e pode voltar atrás. Mas se seu amor pela liberdade for maior, manterá a posição.
Segue-se uma tentativa de recuperar seus préstimos. Vencida a primeira fase, você é uma lâmina fria que fere sem piedade e internamente até faz troça da atenção que lhe é dispensada.
A liberdade toma conta de tudo, faz o egoísmo subir à cabeça, a necessidade do próprio eu é tanta que quanto mais você a sacia mais ela é voraz...
É sedutoramente linda. Mas é preciso saber lidar com esta dádiva para que não se destrua todo o resto.
Assinar:
Postagens (Atom)